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quinta-feira, 20 de julho de 2017

O tweet do Papa: Rezar pelas vítimas das máfias, continuar a lutar contra a corrupção

No dia dos 25 anos do assassinato na Sicilia, do juiz antimafia Paolo Borsellino e dos seus cinco agentes de segurança

(ZENIT – Cidade do Vaticano, 19 Jul. 2017).- “Rezemos por todas as vítimas das máfias, peçamos a força para seguir em frente, para continuar a lutar contra a corrupção”.

Esta é a mensagem que o Papa Francisco publicou hoje na conta @Pontifex em italiano, no dia dos 25 anos do assassinato na Sicilia, do juiz antimafia Paolo Borsellino e dos seus cinco agentes de segurança, ordenado pelo mafioso Toto Riina.

O crime aconteceu 57 depois do atentado na autopista de Capaci, em Sicilia, onde morreram o juiz Giovanni Falconi, sua mulher e mais três homens da segurança.

Diversas foram as iniciativas na Italia para renovar o compromisso na luta e na defesa da legalidade e da justiça.

A 23 de janeiro deste ano, o Papa recebeu no Vaticano os membros da direção nacional italiana de luta contra a Mafia e o terrorismo, acusando as organizações mafiosas de serem um dos rostos da “cultura de morte”.

no dia em que a Itália lembra o 25º aniversário do assassinato do juiz Paolo Borsellino, a polícia da Itália desarticulou o clã mafioso de Brancaccio, um bairro da siciliana Palermo, com a detenção de 34 membros e cúmplices e o embargo de bens no valor total de 60 milhões de euros.

No Senado italiano, o presidente Pietro Grasso pediu um minuto de silêncio em memória à coerência e ao sentido de dever do juiz assassinado que, num “domingo qualquer de verão” se transformou, num instante, “numa ferida que nunca poderemos curar”.

Já o presidente da Itália, Sergio Mattarella, reafirmou que a “máfia não é um mal incontestável, mas um fenômeno criminal que pode ser derrotado”.

O Pe. Luigi Ciotti, presidente de “Libera”, uma entidade italiana de promoção da legalidade e da justiça, pediu coragem por parte das instituições para aprofundar a leitura judiciária dos fatos e as responsabilidades políticas. E advertiu: “hoje, mais do que nunca, é preciso que os homens das instituições falem, dando a sua contribuição em busca da verdade”.

Fonte: Zenit

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Oração de São Francisco de Assis Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; Onde houver ofensa, que eu leve o perdão; Onde houver discórdia, que eu leve a união; Onde houver dúvida, que eu leve a fé; Onde houver erro, que eu leve a verdade; Onde houver desespero, que eu leve a esperança; Onde houver tristeza, que eu leve a alegria; Onde houver trevas, que eu leve a luz. Consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado. Pois, é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna. Amém